esse lindo poema abaixo não é meu, e sim de um absorvido. ultimamente ando com dúvidas provenientes desta questão do absorvo.
absorvo, então isso quer necessariamente dizer que coisas absorvidas tornam-se parte de mim? ando crendo que sim, mas isso seria um pouco suicida de minha parte, pois chegará o dia em que minha essência diminuirá a tal ponto que perderei a indentidade, sendo assim perderei meu eu, minhas particularidades não serão mais minhas, o que serei eu? ser pensante com certeza. mas isso me alertou a uma questão mais retórica: o que eu sou? se não obra dos absorveres passados? ou seja, somos nada, somos ser pensante, mas não somos autênticos? sou atêntica! mas que coisa me torna autêntica? única? se tudo o que sou foi cousa absorvida de algo/alguém? poderia eu ser única com esses pensamentos? pode alguma pessoa no mundo ter vivido semelhantes experiencias em suas vidas? claro! o que mais uma vez me leva a crer que não somos especiais, ao contrario, somos descartaveis. hj absorvo e sou absorvida.
o sentido da existencia seria esse então. absorver e ser absorvido. tomar para si o que pode ser util, descartar o que atrapalha.
Eis um bom pensamento. Adorei ter feito esse diário, deveria têr-lo feito antes.
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