Sobre o EU de mel brando

eis que me ponho a pensar sobre indagações de outrora, esse eu pelo qual me perco em delirios e absorvo sem pretenção, não sei como vivo em virundangas com essa cousa feita. é feita porque dei eu a vida do eu, a minha própria vida foi dada pelo eu, pois o que seria de mim sem o eu? o eu me faz snetir viva, me faz vibrante e não tenune, se esse eu fosse morto o que seria de mim? como viver sem esse eu? esse eu é algo que não consigo explicar é mais que poço brando, é poço brando, mas é poço do mais puro mel brando. poço de mel brando é esse eu. é brando porém valoroso. mel de singular existencia. buscado por muitos e no entando pertencente a mim.
eu sou mel brando também. já que eu sou poço de mel brando posso me dar ao luxo de dizer que eu ta´mbém valho tanto quanto eu.

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